quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Reportagem na Revista de Manguinhos Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre a pesquisa desenvolvida na dissertação de mestrado no ICICT/Fiocruz

Confira o trecho da matéria


Há quatro anos, a pesquisadora Danielle Barros teve a oportunidade de participar de um curso de locução de rádio promovido pela webrádio Revolução FM e pela Biblioteca Pública de Niterói. Durante o período, ouviu depoimentos de usuários em sofrimento psiquiátrico que participavam da oficina, relatando que as atividades traziam bem-estar à sua vida e que, por conta disso, muitas vezes, não precisavam fazer uso da medicação. Ficou claro, então, para ela, que a atividade psicossocial tinha um significado importante para essas pessoas. Mas a experiência, de fato, poderia ajudar na construção de cidadania e ressocialização do usuário em saúde mental? Quais as expectativas e anseios das pessoas que buscam a oficina de rádio? Há outras experiências do tipo no Brasil? Essas e outras inquietações instigaram a estudante a fazer uma investigação mais aprofundada sobre o tema, que resultou em uma dissertação de mestrado em informação e comunicação em saúde no Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). O estudo revelou que o rádio pode se mostrar como um forte dispositivo de cidadania e inclusão social.
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